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Patinhos de borracha. Puxa estica e não relaxa!

A Saga destes patinhos de borracha, ícones kitsch desde a década de 50, ganhou destaque no ano 1992. Os patinhos de borracha embarcados em um container que saiu de Hong Kong para Eua   acidentalmente caíram com a caixa no mar. Liberado 28.000 patos de plástico no meio do oceano indico, fabricados com plástico que leva 500 anos para se decompor na natureza, acabaram sendo levados pelas correntes marítimas para os mais diversos e inesperados locais do mundo.
Você imaginaria que patos de borracha poderiam nos ensinar lições sobre o meio ambiente? Através da única capacidade que possuem, boiar sob a água, eles mostram a dimensão do descarte irregular de dejetos nos oceanos.      
Por mais que atualmente possam ser tratados como lixo, caíram no mar de forma acidental e serviram como um ótimo exemplo do poder de pequenas atitudes que consideramos inofensivas. Banheira planetária Nos primeiros anos após o acidente, os bichinhos começaram a aparecer em praias de locais banhados pelo oceano Índico, como Chile, Alaska e Havaí. O que não se imaginava era que, 26 anos após o fatídico episódio, esses pequenos objetos ainda estariam flutuando e surgindo ao redor do mundo. O fôlego dos patinhos foi tão grande por uma coincidência. Duas correntes oceânicas se encontram no local onde ocorreu o acidente, fazendo com que a distribuição fosse globalizada. O artista holandês Florentijn Hofman  fez seu patinho gigante flutuante percorrer varias cidades do mundo, atraindo moradores, visitantes, curiosos e criando polêmicas. Em Pequim, foi lembrado "O Massacre da Praça da Paz Celestial" . Uma montagem fotográfica, agora censurada, mostra uma fileira de patos no lugar dos tanques.     
Varias cidades receberam o patinho gigante flutuante.
 
* Pato de 20 metros faz vigília na frente do Congresso Nacional O artista plástico holandês Florentijn Hofman acusa a Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) de plagiar a obra Rubber Duck (ou pato de borracha), exposta em São Paulo, em 2008, e em cidades como Amsterdã e Hong Kong."Se você estudar e entender esta obra, verá que é feita para ser um projeto não político. É isso que enfatizamos e esperamos que você perceba que eles mataram o espírito da obra" A campanha da Federação contra aumento de impostos chamada “Não vou pagar o pato”, ficou conhecida por todo o Brasil por instalar estes patos gigantes em várias cidades pelo Brasil. A Fiesp alega ainda que o pato da campanha difere da obra do artista “nos olhos, no pescoço e na base” e que a “patinhos amarelos como o da campanha estão em qualquer lugar”. Que a ideia seria o jogo português Desporto - onde os participantes a cavalo deveriam arrancar em um só golpe o pato amarrado á um poste. Que quem não conseguia deveria "pagar o pato"!
E que no Brasil a expressão "pagar o pato" faz parte de expressões do folclore popular.

Recentemente,  o respeitado naturalista inglês David Attenborough lançou 250 patinhos no litoral da Costa Rica, como parte de um programa que produziu para a BBC. A ideia era acompanhar os objetos, como aconteceu com os lançados ao mar pelo acidente, mas ele foi duramente criticado por poluir mais ainda os oceanos.

Pela Europa a fora, caminhando por aí identificamos as lojas Duck Store. Em Amsterdã o primeiro patinho!!!

E os patinhos de madeira Patrícia Maranhão?

Projeto collab com Sérgio Maranhão. Linha de colecionáveis, cheia de afetividade vem sendo construída a cada coleção; 

   

 Patinha Influencer e os Patinhos Chefs!  Comece sua coleção!

 

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