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A história de amor e fé de Santa Dulce dos Pobres, a 1ª Santa Brasileira

Com histórias cheias de fé, devoção e auxílio aos mais necessitados o número de santos brasileiros não para de crescer. Atualmente, são 37 pessoas e a última a ser santificada e com certeza a mais marcante é Santa Dulce dos Pobres, uma baiana que mudou o cenário religioso do país e se tornou uma referência de cuidado, humanidade e servidão.

História

 

Com o nome de batismo de Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes, Irmã Dulce nasceu em 1914 na cidade de Salvador-BA.
Desde criança, ela sentia o chamado à vida religiosa em seu coração e com frequência pedia para Deus mostrar-lhe o caminho que deveria seguir. Quando adolescente, com o consentimento de sua família, ela passou a abrir as portas de sua casa para pessoas necessitadas que precisassem de auxílio.

Aos 13 anos de idade, ela fez sua primeira tentativa de entrar no convento, mas foi recusada pela sua pouca idade. Seu trabalho humanitário, porém, nunca parou. No ano de 1932 ela se formou professora e no ano seguinte conseguiu entrar para a Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus.

Vida Religiosa

Já no convento, a primeira missão da qual foi incumbida era a de lecionar em uma escola mantida pela Congregação em um bairro de Salvador, mas o chamado do auxílio aos pobres foi maior e dois anos depois ela passou a prestar assistência à comunidade de Alagados. Ali passou também a ter contato com os operários e, posteriormente, funda a União Operária São Francisco, que contava com postos de saúde e um colégio para que os filhos dos operários pudessem ter acesso à educação.

Seu trabalho e a intenção de ajudar eram tão intensos que, para acolher as pessoas doentes que tirava das ruas, ela transformou o galinheiro do convento em um albergue que deu origem ali ao Hospital Santo Antônio, que presta atendimento a essas pessoas até hoje.

Na primeira visita do Papa João Paulo II ao Brasil, a santa foi chamada para receber dele uma benção especial e também veio dele o pedido para que continuasse com suas boas obras de fé. Mais tarde, já em seu leito de morte, seria o mesmo Papa que lhe daria a extrema unção. Ela faleceu em 1992, na mesma Salvador em que nasceu e passou toda a sua vida, por conta de complicações de problemas respiratórios. Seu legado, porém, permanece vivo até hoje e é reconhecido na forma da sua santificação.

Oração a Santa Dulce


Senhor Nosso Deus, recordando
a vossa Serva Dulce Lopes
Pontes, ardente de amor por vos
e pelos irmãos, nos vos
agradecemos pelo seu serviço a
favor dos pobres e dos excluídos.

Renovai-nos na fé e na caridade,
e concedei-nos a seu exemplo
tivermos a comunhão com
simplicidade e humildade,
guiados pela doçura do Espirito

de Cristo, Bendito nos séculos
dos séculos. Amém
Irma Dulce

 

   

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